Nada fica e nada levo além de recordações. Essas de um dia ter estado aqui.
Recordação e lembranças na memória minha ou de um outro alguém, talvez sim. Ou talvez jamais exista.
Nada mais que nostalgia aplicada.
Uma traição do seu próprio consciente, ou a resposta para o caos que assustadoramente ampliamos cada dia mais.
Lembranças inatingíveis, imutáveis, indesejáveis, talvez.
Lágrimas e sorrisos, constrangimentos à parte.. Nada passam de momentos, que por pior que sejam, são inesquecíveis.
É como furar uma madeira com pregos: não importa quão rápido você os retire, a marca permanecerá.
Acovardados pela própria simpatia, pela ilusão de obter felicidade. E quem é essa que tanto ouço falar? Alguém se habilita? Ahn?
Nada, além de momentos. Aproveitados e jogados fora, num balde de angústia, piedade e precipitações.
Desejar voltar nessa imensidão de falsidade e enganação; não creio que funcione assim. É apenas o egoísmo falando mais alto. Impendido-nos de aceitar o que esta feito.
O consumismo se tornou um dos maiores marcadores de nosso fracasso emocional.
A necessidade de desviar nossa atenção do que realmente é importante pra não termos que lidar com as seqüelas de algo que realmente nos abateu e fez libertar os piores (ou melhores) sentimentos, guardados por um longo tempo dentro de nós.
Parece ser a válvula de escape, e cada vez mais, o que consumimos nos consome, e faz desaparecer o que nos ainda sobra de essência. Por mais bonitos, brilhantes e interessantes, ainda sim inanimados, e nunca suprirão por completo o que lhes foi sacado.
Toda forma de plano é inconstante.
Previsões, sejam elas concretas, corretas, forjadas ou errôneas tomam conta da humanindade;
É isso que distrai e hipnotiza e vicia-te em algo desnecessariamente necessário.
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