segunda-feira, 26 de abril de 2010

No more happy days.

Após o sangue escorrer por dentre meus braços e a palidez assustadora tomar conta de minha face, a exata quantia de um copo regular de leite quente com achocolatado se acomodava gentilmente em meu estômago. Tocava com o pão macio em meus lábios e sentia o gosto da manteiga, que ainda estava derretendo, devido ao calor da chapa. Uma manhã adorável, com conversas adoráveis. (...)

sexta-feira, 23 de abril de 2010

whiskyrockaroller

Dois filhos da puta sem anseios de felicidade ou algo da vida para fazer,já que estudar exatas requer muito esforço mental e estudar as outras áreas é ridículo de fácil. Gênios da maldade e viciados em filmes, principalmente os de horror. Secretos adoradores de assassinos em série e futuros psicopatas.
Ambos com transtornos de personalidade e vontade de viver uma aventura macabra nas férias de julho.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Buried alive.

Agonizava em seus pensamentos. Clamava por ajuda, mas ninguém dava a mínima.
Sua vulnerabilidade psico-emocional transparecia. -Era mais que obvia-
Seus fantasmas lhe perseguiam, importunavam; e as lágrimas escorriam pelo rosto, borrando a maquilagem, que desenhava a tristeza que explodia por dentro.
As paredes brancas logo ficaram repletas de dor, e por dentre os quadrados de piso via-se apenas o medo e a fraqueza.
A insegurança vinha de tempos, mas não de dentro. Era imposta.
Imposta por aqueles que só conseguem sobreviver e se sentir bem na miséria alheia.

"Parasitas repugnantes. Nojentos. Sugam sua energia para defender-se. Coitados.. Sem vergonha. Devem queimar e morrer em angústia." Ela pensava, enquanto o sangue escorria em seus braços e manchava-lhe a calça.

sábado, 17 de abril de 2010

[]

HAPPINESS IS JUST AN ILLUSIUON
CAUSED BY THE TEMPORARY ABSENCE
OF REALITY

FELICIDADE É APENAS UMA ILUSÃO
CAUSADA PELA AUSÊNCIA TEMPORÁRIA
DA REALIDADE

terça-feira, 6 de abril de 2010

Paper bags and plastic hearts.

Nada fica e nada levo além de recordações. Essas de um dia ter estado aqui.
Recordação e lembranças na memória minha ou de um outro alguém, talvez sim. Ou talvez jamais exista.
Nada mais que nostalgia aplicada.
Uma traição do seu próprio consciente, ou a resposta para o caos que assustadoramente ampliamos cada dia mais.
Lembranças inatingíveis, imutáveis, indesejáveis, talvez.
Lágrimas e sorrisos, constrangimentos à parte.. Nada passam de momentos, que por pior que sejam, são inesquecíveis.
É como furar uma madeira com pregos: não importa quão rápido você os retire, a marca permanecerá.
Acovardados pela própria simpatia, pela ilusão de obter felicidade. E quem é essa que tanto ouço falar? Alguém se habilita? Ahn?
Nada, além de momentos. Aproveitados e jogados fora, num balde de angústia, piedade e precipitações.
Desejar voltar nessa imensidão de falsidade e enganação; não creio que funcione assim. É apenas o egoísmo falando mais alto. Impendido-nos de aceitar o que esta feito.
O consumismo se tornou um dos maiores marcadores de nosso fracasso emocional.
A necessidade de desviar nossa atenção do que realmente é importante pra não termos que lidar com as seqüelas de algo que realmente nos abateu e fez libertar os piores (ou melhores) sentimentos, guardados por um longo tempo dentro de nós.
Parece ser a válvula de escape, e cada vez mais, o que consumimos nos consome, e faz desaparecer o que nos ainda sobra de essência. Por mais bonitos, brilhantes e interessantes, ainda sim inanimados, e nunca suprirão por completo o que lhes foi sacado.

Toda forma de plano é inconstante.

Previsões, sejam elas concretas, corretas, forjadas ou errôneas tomam conta da humanindade;
É isso que distrai e hipnotiza e vicia-te em algo desnecessariamente necessário.