O parque estava lá parado, estagnado.
O vento sacudia seus balanços e fazia suas gangorras lamentarem.As folhas secas caídas no chão, naquela bela e aconchegante noite de outono.
Ouvia-se apenas a brisa sussurrando por entre os galhos nus.
As engrenagens antigas suplicavam sua infancia de volta.
Uma infância bela , onde os brinquedos eram banhados pela luz radiante e amarela do sol.
Gargalhadas, brincadeiras, bailarinas e palhaços a animar.
Tempo bom, tempo aquele de se sonhar.
O tempo passou -e assim como o vento leva as folhas caídas- levou toda aquela luz, alegria e magia.
O vento passa, o tempo não para. E os sonhos?
Ficam apenas em nosso doce e lúgubre devaneio
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